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quarta-feira, 20 de novembro de 2013
domingo, 17 de novembro de 2013
SÓ SE ESTRAGA UMA FAMÍLIA
Casamento do ano
Ela sente repulsa de quem luta contra a austeridade.
Ele afirma que os reformados fingem ser pobrezinhos.
Com base em dados do Eurostat e do INE, uma nova realidade já assumiu contornos de médio/longo prazo: os trabalhadores pobres. Com um aumento de 12% de 2009 para 2010, os portugueses que vivem com menos de 434 euros por mês, já são mais de 1,2 milhões.
http://www.ualmedia.pt/pt/?det=12802§ion=Sociedade&title=Tres-milhoes-de-portugueses-vivem-no-limiar-da-miseria&id=2432&mid&q=comida
http://www.ualmedia.pt/pt/?det=12802§ion=Sociedade&title=Tres-milhoes-de-portugueses-vivem-no-limiar-da-miseria&id=2432&mid&q=comida
Divisionismos e Sectarismos.
Divisionismos e Sectarismos.
A conclusão a que se chega é que realmente em Portugal as pessoas tem memória curta e acreditam facilmente em ventos de mudança.
Basta alguém adoptar um discurso progressista para já ser considerado alguém contra este sistema e esta política.
Se a memória não fosse curta, iriam perceber que parte daqueles que em 1974/1975 eram maoista hoje estão no (des)governo ou em Bruxelas.
Iriam também perceber que estes partidos esquerdistas/maoistas a real função dos mesmos pautou-se sempre por dividir a esquerda, permitindo a divisão de votos à esquerda reforçando assim uma direita coesa a fim de manterem a servidão.
Teremos de acreditar que em política não há coincidências e nada acontece ao acaso, o centenário do Cunhal, o "Cunhalismo" voltou a assustar as franjas neoliberais, o medo da polarização em torno do PCP aumentou, existe a consciência que apenas uma união forte da esquerda poderá travar o avanço do neoliberalismo praticado nos últimos 40 anos pelos partidos do Arco da governação PS/PSD/CDS.
Seria de esperar que o PS tirasse o socialismo da Gaveta, assumisse a sua responsabilidade nestes 40 anos de neoliberalismo, mas o mesmo pauta-se por desenvolver uma política inquinada, responsabilizando o PCP e o BE por terem ajudado o neoliberalismo (aquando do PECIV), ora uma perfeita aberração politica este discurso dos socialistas, afinal o PCP e o BE votaram contra também nos anteriores, e não foi por isso que os mesmos deixaram de ser aprovados, se o PECIV não foi aprovado o mesmo deveu-se unicamente ao PSD ter votado contra, quanto ao PCP e ao BE os mesmos mantiveram a coerência que tinham mantido nos anteriores.
É neste quadro que sinceramente entendo que esta iniciativa de Soares, é uma acção que visa atirar areia aos olhos das pessoas da esquerda, procurando assim catalisar votos para o PS, pois se não fosse este o sentido, deixa de ter qualquer sentido a política inquinada dos socialistas do PS face ao PCP e ao BE.
Óbvio ainda que se olhamos para o resto da Europa, iremos de uma forma muito singela poder comparar o PS aos restantes partidos socialistas europeus que nada mais tem feito que servir de muleta ao neoliberalismo, é o caso da Alemanha em cujas últimas eleições, o SPD optou por manter Merkel como Chanceler em vez de uma aliança com a esquerda.
Não pudemos esquecer que em 1975 aquando do 25 de Novembro, o PCP de uma forma coerente pediu aos seus homens para não avançarem, evitando-se assim uma guerra civil, teremos de ter consciência que a foi a partir dessa altura que as vitorias de Abril começaram a ser violadas, as alterações à constituição, as alterações a lei eleitoral nomeadamente pelos partidos do arco da Governação
Responsabilizar o PCP, o BE e outras forcas de esquerda por este neoliberalismo é uma acção que visa apenas dividir para a direita reinar.
Uma forte união de esquerda é preciso, é preciso também que o PS tire o socialismo da gaveta e assuma o seu lugar na esfera política de esquerda respeitando os seus estatutos, o seu símbolo e as bases de esquerda.
Existe alternativa a este sistema, a alternativa é uma união forte de esquerda entre todas as forças políticas de esquerda
A conclusão a que se chega é que realmente em Portugal as pessoas tem memória curta e acreditam facilmente em ventos de mudança.
Basta alguém adoptar um discurso progressista para já ser considerado alguém contra este sistema e esta política.
Se a memória não fosse curta, iriam perceber que parte daqueles que em 1974/1975 eram maoista hoje estão no (des)governo ou em Bruxelas.
Iriam também perceber que estes partidos esquerdistas/maoistas a real função dos mesmos pautou-se sempre por dividir a esquerda, permitindo a divisão de votos à esquerda reforçando assim uma direita coesa a fim de manterem a servidão.
Teremos de acreditar que em política não há coincidências e nada acontece ao acaso, o centenário do Cunhal, o "Cunhalismo" voltou a assustar as franjas neoliberais, o medo da polarização em torno do PCP aumentou, existe a consciência que apenas uma união forte da esquerda poderá travar o avanço do neoliberalismo praticado nos últimos 40 anos pelos partidos do Arco da governação PS/PSD/CDS.
Seria de esperar que o PS tirasse o socialismo da Gaveta, assumisse a sua responsabilidade nestes 40 anos de neoliberalismo, mas o mesmo pauta-se por desenvolver uma política inquinada, responsabilizando o PCP e o BE por terem ajudado o neoliberalismo (aquando do PECIV), ora uma perfeita aberração politica este discurso dos socialistas, afinal o PCP e o BE votaram contra também nos anteriores, e não foi por isso que os mesmos deixaram de ser aprovados, se o PECIV não foi aprovado o mesmo deveu-se unicamente ao PSD ter votado contra, quanto ao PCP e ao BE os mesmos mantiveram a coerência que tinham mantido nos anteriores.
É neste quadro que sinceramente entendo que esta iniciativa de Soares, é uma acção que visa atirar areia aos olhos das pessoas da esquerda, procurando assim catalisar votos para o PS, pois se não fosse este o sentido, deixa de ter qualquer sentido a política inquinada dos socialistas do PS face ao PCP e ao BE.
Óbvio ainda que se olhamos para o resto da Europa, iremos de uma forma muito singela poder comparar o PS aos restantes partidos socialistas europeus que nada mais tem feito que servir de muleta ao neoliberalismo, é o caso da Alemanha em cujas últimas eleições, o SPD optou por manter Merkel como Chanceler em vez de uma aliança com a esquerda.
Não pudemos esquecer que em 1975 aquando do 25 de Novembro, o PCP de uma forma coerente pediu aos seus homens para não avançarem, evitando-se assim uma guerra civil, teremos de ter consciência que a foi a partir dessa altura que as vitorias de Abril começaram a ser violadas, as alterações à constituição, as alterações a lei eleitoral nomeadamente pelos partidos do arco da Governação
Responsabilizar o PCP, o BE e outras forcas de esquerda por este neoliberalismo é uma acção que visa apenas dividir para a direita reinar.
Uma forte união de esquerda é preciso, é preciso também que o PS tire o socialismo da gaveta e assuma o seu lugar na esfera política de esquerda respeitando os seus estatutos, o seu símbolo e as bases de esquerda.
Existe alternativa a este sistema, a alternativa é uma união forte de esquerda entre todas as forças políticas de esquerda
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Banksters
“Penso que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades que exércitos inteiros prontos para o combate. Se o povo permite um dia que os bancos privados controlem a sua moeda, os bancos e todas as instituições que venham a florescer em torno dos bancos privarão as pessoas de todas as posses, primeiro por meio da inflação, em seguida pela recessão até o dia em que seus filhos acordarão sem casa e sem tecto sobre a terra que seus pais conquistaram.”
Thomas Jefferson, 1802 - Terceiro Presidente dos Estados Unidos da América (1801-1809), e o principal autor da “Declaração de Independência” (1776) dos EUA.
Thomas Jefferson, 1802 - Terceiro Presidente dos Estados Unidos da América (1801-1809), e o principal autor da “Declaração de Independência” (1776) dos EUA.
É COMO SER OBRIGADO A PAGAR A BALA QUE NOS ASSASSINA
Depois de cinco anos lectivos numa universidade e de uma profissionalização em serviço a lei assegurou-me que poderia ser professora. Pelo meio inúmeras formações feitas no meu tempo livre e, muitas vezes, pagas do meu bolso. Agora, desci à categoria de candidata a professora e, 13 anos depois de achar que o era, dizem-me que tenho de fazer uma prova...
Não tenho problema nenhum em fazer qualquer prova nem em dar provas dos meus conhecimentos. Pergunto-me só como é que nessa prova vão caber os “meus” treze anos? Onde vão caber a quantidade de disciplinas e de níveis diferentes (do 5º ao 12º) que preparei; as planificações que fiz; as adequações curriculares individuais que pensei; os estágios que acompanhei; as exposições que organizei; os quadros que, pelas escolas, pendurei; os raspanetes que preguei; os elogios que fiz; os resultados que obtive; as reuniões que tive com os pais; os jornais que dinamizei, a legislação que digeri; os clubes de artes que lancei; as horas, fora de horas, que passei nas escolas com colegas a pensar como ajudar este ou aquele aluno; os casacos que compus; os óculos que limpei; os lápis que afiei; os que do meu bolso ofereci; os alunos que marquei e que ainda hoje me ligam; os alunos com Necessidades Educativas que apoiei; as visitas de estudo a que os levei; os relatórios para a CPCJ que fiz; o orgulho com que fui madrinha de curso; os sorrisos que provoquei; os saltos ao elástico que dei com os mais pequenos; os cafés que tomei com os maiores; as lágrimas que limpei; as saudades com que fiquei cada vez que mudei de escola...
Prova nenhuma vai avaliar tudo isto e a menos que me digam que posso dar os 20€, (que terei de pagar para a fazer) a uma instituição escolhida por mim, não a farei.
E mesmo que a faça e mesmo que tenha 20 valores vou continuar sem lugar porque alguém (em algum sítio onde não fez prova nenhuma para lá estar) entendeu que as crianças precisam cada vez menos de algum desenvolvimento artístico, de descobrir, de aprender a “ver” o mundo de formas, espaços e movimentos que nos rodeiam, de experimentar, de imaginar, de criar; de utilizar materiais e técnicas variados, de desenvolver a sua percepção visual, a sua sensibilidade estética e a capacidade de comunicação que é o que as disciplinas que, durante 13 anos leccionei, propõem, de uma forma simples.
Não me venham cá com conversas que os professores não querem ser avaliados porque nós o somos todos os dias ou que os médicos e advogados também fazem provas porque esses as fazem ANTES de começarem a exercer e não depois de 13 anos de profissão...
Não me venham cá com histórias porque eu já as li todas há muito tempo.
Catarina Ferreira Gonçalves
Um PS que envergonha os socialistas.
Um PS que envergonha os socialistas.
Senão vejamos.
A polémica à volta de eventual remoção da estátua do Cónego Melo continua a fazer mossa nos meios políticos bracarenses
A vereadora Luísa Cruz, independente que nas últimas Autárquicas foi eleita nas listas do PS, suspendeu o mandato, alegadamente para não votar sobre a proposta da CDU no sentido de apear a estátua do Cónego Eduardo Melo de uma rotunda da cidade de Braga. Luísa Cruz, professora de profissão, já não participou numa conferência de imprensa dos eleitos do PS de Braga.
Vítor de Sousa garantiu ao SOL que na reunião da próxima segunda-feira “o Partido Socialista votará em bloco e com o mesmo sentido de voto anterior”, isto é, em favor da manutenção desta estátua, ao histórico vigário-geral da Arquidiocese de Braga, falecido no dia 19 de Abril de 2008, com 80 anos, numa estadia do Santuário de Fátima.
Enquanto isso, Salgado Zenha continua esquecido, na sua terra !
Notícia completa no link que apresentamos: http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=91252
Senão vejamos.
A polémica à volta de eventual remoção da estátua do Cónego Melo continua a fazer mossa nos meios políticos bracarenses
A vereadora Luísa Cruz, independente que nas últimas Autárquicas foi eleita nas listas do PS, suspendeu o mandato, alegadamente para não votar sobre a proposta da CDU no sentido de apear a estátua do Cónego Eduardo Melo de uma rotunda da cidade de Braga. Luísa Cruz, professora de profissão, já não participou numa conferência de imprensa dos eleitos do PS de Braga.
Vítor de Sousa garantiu ao SOL que na reunião da próxima segunda-feira “o Partido Socialista votará em bloco e com o mesmo sentido de voto anterior”, isto é, em favor da manutenção desta estátua, ao histórico vigário-geral da Arquidiocese de Braga, falecido no dia 19 de Abril de 2008, com 80 anos, numa estadia do Santuário de Fátima.
Enquanto isso, Salgado Zenha continua esquecido, na sua terra !
Notícia completa no link que apresentamos: http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=91252
domingo, 10 de novembro de 2013
O centenário de Álvaro Cunhal, o político, o homem, o intelectual e artista.
Uma efeméride que não podíamos ignorar, que é digna de uma grande reflexão.
O centenário de Álvaro Cunhal, o político, o homem, o intelectual e artista.
Entrevistas marcantes de Cunhal ao Expresso
De 1974, ainda na clandestinidade, a 2003, dois anos antes da sua morte, foram várias, e algumas delas históricas, as entrevistas de Álvaro Cunhal ao Expresso. Recorde ou leia pela primeira vez alguns desses textos.
http://expresso.sapo.pt/entrevistas-marcantes-de-cunhal-ao-expresso=f840103
Sem nunca despir a pele de político, foi vestindo progressivamente a de intelectual e de artista.
Neste Video também alguns comentários de jovens que não tendo tido a oportunidade de conhecer "Álvaro" o que os une a "Álvaro" http://www.publico.pt/multimedia/video/alvaro-cunhal-nao-e-uma-coisa-do-passado-20131107-174900
Tornaram-se comunistas depois de Álvaro Cunhal ter desaparecido. Nunca o conheceram, mas tratam-no por “o camarada Álvaro”. Admiram a sua entrega a uma causa e as suas convicções, que, dizem, continuam actuais. Sem o colocar num pedestal. No dia em que se assinala o centenário do nascimento do ex-líder do PCP, tem a palavra o sangue novo do partido.
https://www.facebook.com/canalmoritzptnet
Receita para cozinhar informação
Andrew Semmel, assistente da secretária de Estado norte-americana Condolezza Rice para as questões nucleares, declarou que a Síria pode ter tido contactos com “fornecedores secretos” para obter equipamento atómico.
Mais disse Semmel: que há “norte-coreanos lá”, na Síria, supondo-se que para tratar dessas questões. Ao mesmo tempo, o “Washington Post” revela que Israel reuniu imagens captadas por satélite que testemunham uma “possível” cooperação entre a Coreia do Norte e a Síria em matéria nuclear. Enquanto Semmel acrescentou que não exclui a possibilidade de uma suposta rede comandada pelo foragido cientista paquistanês AQ Khan estar igualmente envolvida no assunto.
Através desta combinação de rumores, suposições e espionagem não discriminada ficamos assim informados de que a Síria procura equipar-se com armas nucleares, a exemplo do que se diz do Irão. Sendo então fácil concluir o próximo desenvolvimento de uma campanha internacional para penalizar Damasco por tal atrevimento
Até hoje, entre informação, contra-informação e desinformação, ainda não é possível apurar objectivamente qual a verdadeira relação do Irão com as questões nucleares, sendo que Teerão continua a garantir que se trata de mero aproveitamento civil. É fácil deduzir que se vão abrindo portas para que aconteça o mesmo com a Síria.
Claro que tais advertências quanto à proliferação nuclear em países do Médio Oriente, a que se junta o desenvolvimento da bomba a vácuo russa, vêm aconselhar os Estados Unidos a prosseguir rapidamente com os esforços de militarização do espaço e instalação de escudos anti-mísseis. Lá terá que ser: a Síria é vizinha do Iraque tutelado pelos Estados Unidos; o Irão é vizinho do Afeganistão tutelado pela NATO, que tem igualmente proximidades inquietantes com países nucleares como o Paquistão e a Índia.
Israel surge nestas especulações como país acusador de vizinhos supostamente mal-intencionados. Enquanto continua a esconder uma verdade óbvia e um privilégio invulgar: é o único país do Médio Oriente equipado com armas atómicas, sem que a chamada comunidade internacional actue em relação a isso.
Suposições, rumores, omissões: eis alguns condimentos da informação que vai circulando no mundo.
José Goulão
Mais disse Semmel: que há “norte-coreanos lá”, na Síria, supondo-se que para tratar dessas questões. Ao mesmo tempo, o “Washington Post” revela que Israel reuniu imagens captadas por satélite que testemunham uma “possível” cooperação entre a Coreia do Norte e a Síria em matéria nuclear. Enquanto Semmel acrescentou que não exclui a possibilidade de uma suposta rede comandada pelo foragido cientista paquistanês AQ Khan estar igualmente envolvida no assunto.
Através desta combinação de rumores, suposições e espionagem não discriminada ficamos assim informados de que a Síria procura equipar-se com armas nucleares, a exemplo do que se diz do Irão. Sendo então fácil concluir o próximo desenvolvimento de uma campanha internacional para penalizar Damasco por tal atrevimento
Até hoje, entre informação, contra-informação e desinformação, ainda não é possível apurar objectivamente qual a verdadeira relação do Irão com as questões nucleares, sendo que Teerão continua a garantir que se trata de mero aproveitamento civil. É fácil deduzir que se vão abrindo portas para que aconteça o mesmo com a Síria.
Claro que tais advertências quanto à proliferação nuclear em países do Médio Oriente, a que se junta o desenvolvimento da bomba a vácuo russa, vêm aconselhar os Estados Unidos a prosseguir rapidamente com os esforços de militarização do espaço e instalação de escudos anti-mísseis. Lá terá que ser: a Síria é vizinha do Iraque tutelado pelos Estados Unidos; o Irão é vizinho do Afeganistão tutelado pela NATO, que tem igualmente proximidades inquietantes com países nucleares como o Paquistão e a Índia.
Israel surge nestas especulações como país acusador de vizinhos supostamente mal-intencionados. Enquanto continua a esconder uma verdade óbvia e um privilégio invulgar: é o único país do Médio Oriente equipado com armas atómicas, sem que a chamada comunidade internacional actue em relação a isso.
Suposições, rumores, omissões: eis alguns condimentos da informação que vai circulando no mundo.
José Goulão
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Ora aqui está uma notícia sobre a qual vale a pena reflectir com atenção.
Ora aqui está uma notícia sobre a qual vale a pena reflectir com atenção. Uma escola, daquelas que foi das pior classificadas no tal "ranking" que a FENPROF tão bem já qualificou, desenvolve um projecto social único no país e de enorme alcance humano.
Mas isso pouco interessa para quem insiste em querer "mandar" neste triste país que insistem que seja o nosso! Leiam, porque vale a pena perceber algumas coisas que nos querem esconder para nos continuar a tentar enganar!
João Geraldes
http://www.publico.pt/multimedia/video/video-benavides-20131108-113316
Revolta dos "barretes vermelhos" alastra em França.
Sim, está a passar-se na França.
Revolta dos "barretes vermelhos" alastra em França.
As portagens "ecológicas" são atacadas em toda a França e, em Quimper, capital da Finisterra, onde a revolta começou, fala-se na independência da Bretanha.
"Somos contra a 'ecotaxa', mas na realidade estamos fartos de viver mal, fartos dos impostos, do custo de vida, da falta de emprego, do fecho incessante de empresas, das reestruturações, fartos de sermos desprezados por Paris", diz um "barrete vermelho" ao Expresso.
http://expresso.sapo.pt/revolta-dos-barretes-vermelhos-alastra-em-franca=f840257
Ao mesmo tempo em Espanha, os Espanhóis não desistem da luta e o lixo amontoa-se nas ruas, e em Portugal que fazem os portugueses?
https://www.facebook.com/canalmoritzptnet
Reveladas agora as imagens da festa que os chineses fizeram quando viram Paulo Portas a sair da china
Foi uma explosão de alegria, as ruas encheram de pessoas a cantar, "Aleluia, Aleluia"
sábado, 9 de novembro de 2013
Paulo Portas diz : PS está possuído pelo Demónio.
O Anjo da Guarda Paulo Portas diz que o corte de relações afectivas com José Seguro deve-se ao facto do PS estar possuído pelo Demónio.
A destruição de um país começa por acabar com a escola para todos
A falta da continuação de um critério constante que permita a real avaliação dos alunos é o que conduz directamente à destruição da mobilidade social , acabando com a ideia de uma sociedade democrática no acesso à escola pública , mantendo o conhecimento como um feudo dos poderosos do costume .
Por outro lado ao ritmo alucinante a que as fronteiras do conhecimento se transcendem , corremos o sério risco de formar gente segundo os padrões do passado .
Por outro lado ao ritmo alucinante a que as fronteiras do conhecimento se transcendem , corremos o sério risco de formar gente segundo os padrões do passado .

Todos os distritos tiveram uma média negativa nos exames do 12º ano, devido ao agravamento das notas que, no ano anterior, tinham permitido a metade das regiões chegar à média positiva.Ao contrário da média interna dos alunos, que em todos os distritos ronda os 13 valores, a nota média dos exames foi sempre negativa. Apenas os distritos de Lisboa e Coimbra ficaram a menos de uma décima da positiva.Segundo uma análise feita pela agência Lusa aos dados disponibilizados pelo Ministério da Educação e Ciência, as médias têm vindo a descer nos últimos anos.
Em 2010/2011, sete distritos tiveram média negativa. No ano seguinte, subiram para dez os distritos com média negativa e agora, os números mostram que, no passado ano letivo, nenhum dos 18 atingiu a positiva, acontecendo o mesmo nas regiões autónomas e nas escolas portuguesas no estrangeiro.
O distrito onde se realizaram mais provas no final do passado ano letivo foi o que ficou mais próximo de chegar à positiva: Em Lisboa, a média das 41.796 provas foi de 9,98 valores. No ano anterior, os 40.419 exames tiveram uma média de 10,5 valores.
Lisboa e Coimbra trocam de lugares no ranking. Coimbra, que no ano passado era o distrito com melhor média, fica agora em segundo lugar com 9,95 valores nos 8726 exames realizados.
No distrito do Porto, os 36.405 exames realizados por alunos do 12º ano tiveram uma média de 9,73 valores, seguindo-se Leiria, Braga e Aveiro.
Os restantes distritos, com uma média inferior a 9,7 valores e por ordem decrescente, são: Viana do Castelo, Santarém, Castelo Branco, Viseu, Beja, Faro, Setúbal, as ilhas da Madeira e dos Açores, Vila Real, Évora, Bragança, Guarda e Portalegre.
As médias negativas podem justificar-se pelo facto de haver muito mais alunos a fazer exames às disciplinas em que habitualmente têm piores resultados.
No exame de Português, por exemplo, apenas os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Santarém conseguiram este ano obter média positiva. Todos os outros ficaram abaixo dos dez valores.
Todos os distritos tiveram média negativa a Biologia e Geologia, assim como a Física e Química, cada uma das provas com cerca de 30 mil exames realizados. Já a Matemática A, com mais de 31 mil exames realizados, apenas os alunos de Coimbra, Leiria e Lisboa conseguiram resultados médios positivos.
As escolas portuguesas no estrangeiro, que costumam estar no final das tabelas, surgem este ano mais bem classificadas, ficando em 17º lugar, à frente dos distritos de Évora, Bragança, Guarda e Portalegre, que surge em último lugar com uma média de 8,68 valores.
"Estes partem, aqueles partem e todos, todos se vão ..."!
"Estes partem, aqueles partem e todos, todos se vão ..."!
Da minha aldeia de nascença, saíram esta semana, em busca de pão, rumo a outras paragens, cinco dos já tão poucos homens ainda válidos para darem vida à minha aldeia.
Morta a esperança de ainda aqui conseguirem ganhar com honra o mínimo sustento para aguentarem a parte mais generosa das suas vidas, o meu primo e os seus quatro companheiros lá foram rumo aos países do frio, deixando a terra onde amorosamente lançaram as raízes do futuro, onde criaram filhos e onde para eles sonharam a vida que tanto se esforçaram para que fosse mais feliz do que aquela que a labuta dos seus pais i/emigrantes lhes puderam dar enquanto foram meninos.
Eles foram. Para trás deixaram pais e mães, mulheres e filhos e tanto do sonho que sonharam.
Metade do coração ficou e a outra parte levaram consigo. Ambas as partes estão a sangrar.
E hoje, na Assembleia da República, um psicopata que se considera primeiro-ministro de um pais plantado de raiva, vangloriava-se do desemprego que desceu zero vírgula não sei quê, ufanando com a torpe coragem do bando por si capitaneado que expulsou da minha aldeia o que a minha aldeia ainda tinha de válido para lhe dar vida.
Clemente Alves
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Este desgoverno e estes desgovernantes não têm vergonha nenhuma no focinho.
Este desgoverno e estes desgovernantes não têm vergonha nenhuma no focinho (sim, focinho, porque é mesmo disso que se trata!)
Então este secretário de estado adjunto (sim, com minúsculas!) tem a distinta lata de vir defender que a redução do tempo de trabalho na administração pública é uma medida "amiga da família", sendo que este mesmo sujeitinho faz parte de um governo (com minúscula, sempre com minúscula ...) que quer impor à força o aumento para 40 horas semanais e 8 horas diárias o mesmo horário de trabalho aos trabalhadores da administração pública?
Parece um contra-censo, mas afinal não é: é que este sujeitinho sem pingo de vergonha no focinho acha que para além do roubo nos salários que já promoveu e continua a aplicar, o que seria "bom mesmo para as famílias" era roubar ainda mais, reduzindo o que agora querem aumentar a troco de reduções ainda maiores nos salários!
É preciso mesmo não ter vergonha nenhuma! Nem pudor! Nem honra! Esta gente é mesmo absolutamente desqualificada!
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=667173
João Geraldes
Então este secretário de estado adjunto (sim, com minúsculas!) tem a distinta lata de vir defender que a redução do tempo de trabalho na administração pública é uma medida "amiga da família", sendo que este mesmo sujeitinho faz parte de um governo (com minúscula, sempre com minúscula ...) que quer impor à força o aumento para 40 horas semanais e 8 horas diárias o mesmo horário de trabalho aos trabalhadores da administração pública?
Parece um contra-censo, mas afinal não é: é que este sujeitinho sem pingo de vergonha no focinho acha que para além do roubo nos salários que já promoveu e continua a aplicar, o que seria "bom mesmo para as famílias" era roubar ainda mais, reduzindo o que agora querem aumentar a troco de reduções ainda maiores nos salários!
É preciso mesmo não ter vergonha nenhuma! Nem pudor! Nem honra! Esta gente é mesmo absolutamente desqualificada!
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=667173
João Geraldes
«As Revoluções inevitáveis»
O UBS escolheu o dia 7 de Novembro de 2013 para publicar o Relatório da Riqueza no Mundo. Não me espanta o que lá está. Os ricos estão mais ricos e os pobres muito mais pobres. No mundo e em Portugal. 870 milionários portugueses têm 75 mil milhões de euros, o equivalente a mais de 1/3 de toda a riqueza nacional anual produzida pelo conjunto dos portugueses.
Não me surpreendeu o relatório. Quando se corta de um lado é porque o outro ficou maior. O desemprego não cai do céu, é uma política propositada para baixar salários a todos, intensificando a jornada de trabalho de quem ficou a trabalhar, que fica a trabalhar por 2 ou 3. Portugal não produz menos nem é um país de parasitas. Produz e, se na produção caem os salários, é porque do outro lado subiram os juros, lucros e rendas. Não sou eu que o digo, é o UBS, União de Bancos Suiços.
O que me surpreende são os comentários, de pessoas responsáveis que conhecem a economia, de que este Governo é «incompetente», a «austeridade não está a resultar», as previsões «falharam». Nada falhou nesta política do ponto de vista de quem ganhou até agora. Ela é aliás muito bem sucedida – há mais milionários em Portugal e os milionários têm mais.
Falhou claro, até agora, a resistência. Não acredito que por muito mais tempo. Porque há limites objectivos à tolerância dos «de baixo» que quando derrubam os «de cima» deitam para o caixote de lixo da história o senso comum, o velho senso comum que diz que os portugueses são «brandos, não saem do sofá, são acomodados». Descobre-se então um outro senso: o bom senso de quem já não suporta o terrorismo laboral e a inércia e, às vezes, o bloqueio mesmo, daquilo que deveria ser a oposição.
Hoje é o dia da revolução russa de 1917, 7 de Novembro. Não sei se foi intenção do UBS, humor suiço quem sabe, ou mero acaso. Sei que quem teve oportunidade de aprender sobre economia sabe que esta política faz milionários. Quem sabe de história sabe que este rumo faz revoluções. Quer gostem ou não.
«Um relatório do banco suíço UBS conclui que em Portugal há mais 85 milionários – indivíduos com fortunas superiores a 30 milhões de dólares (perto de 22,4 milhões de euros) – que em 2012.
Segundo o “Relatório de Ultra Riqueza no Mundo 2013”, este aumento significa que os 870 milionários portugueses detêm, em conjunto, 100 mil milhões de dólares (75 mil milhões de euros), o que representa um aumento 11,1% em relação a 2012.
Na Grécia, outro país intervencionado pela troika, o aumento da fortuna dos mais ricos foi de 20%, passando de 50 para 60 mil milhões de dólares, enquanto o número de multimilionários passou de 455 para 505».
Raquel Varela
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A diferença é que em 1974 os militares de então comiam sopas de vinho.
Militares dizem que "não servem governos" após reunião em Belém
A diferença é que em 1974 os militares de então comiam sopas de vinho.
Os de hoje comem iogurtes!
Sentem se incomodados reúnem se com o chefe da casa militar da Múmia e manifestam o seu desacordo:
" As Forças Armadas" sentem se incomodadas e perguntam: "a que propósito são os estrangeiros a dar ordens numa vertente do Estado que tem a ver com a afirmação da soberania nacional?".
Perante isto temos que questionar.
Estão a espera de que para tomarem o poder e devolver a democracia a Portugal?
Ou este encontro com o chefe da casa militar da Múmia é no âmbito de conseguir que Aguiar-Branco promova mais alguns?
http://economico.sapo.pt/noticias/militares-dizem-que-nao-servem-governos-apos-reuniao-em-belem_181135.html
O estado do estado
Art by Mana Neyestani
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, desenvolve uma tão descarada como ilegítima campanha eleitoral ainda a meio ano da consulta europeia de Maio do próximo ano, em defesa talvez não das mordomias próprias – consta que ambiciona ainda mais alto – mas do reacionarismo neoliberal europeu e da consolidação do seu poder autocrático.
Não se tem dado muito bem in loco porque em Liège escapou por pouco aos ovos arremessados por agricultores desesperados e em Bruxelas não se livrou de um puxão de orelhas dado por um grupo de manifestantes. Quando se preparava para dissertar sobre “uma administração pública amiga dos negócios” sete funcionários públicos belgas estenderam uma faixa sobre a sua cabeça contrapondo “uma administração pública amiga dos cidadãos”.
Querem cena mais simbólica do que se joga hoje no espaço ainda formalmente designado União Europeia e que não passa de uma Europa dos grandes negócios?
O conceito de Estado chegou, de facto, ao centro do debate. Porque é um conceito de ruptura ideológica que nesta fase em que a crise traça o seu caminho em direcção ao neoesclavagismo se ergue como barreira, se não a última pelo menos a mais importante, para a verdadeira anexação da democracia pela ditadura neoliberal.
Barroso perorando sobre “administração pública amiga dos negócios”, os holandeses declarando a extinção do Estado social e em Portugal um vice-primeiro ministro divulgando um arremedo de “reforma do Estado” que é um atentado à Constituição do país, tão atacada pela banca nacional e internacional, são situações coincidentes e são mais do que coincidências.
Desmantelar o Estado social, privatizar as funções sociais do Estado, colocar à disposição da grande iniciativa privada o aparelho que deveria ser dos cidadãos e os contribuintes sustentam, é o objectivo actual do neoliberalismo europeu. A liquidação do Estado social ou do que dele resta é a mais premente necessidade da contra-reforma social através da qual a grande finança transnacional, vulgo “os mercados”, e a poderosa máquina económica monopolista, sua aliada, procuram restaurar a ordem anterior à Segunda Guerra Mundial, isto é, liquidar os direitos sociais, laborais e humanos instaurados desde então, inscritos nas Constituições e que delas vão desaparecendo em sucessivas revisões. A esta devastadora ofensiva neoliberal não escapa sequer o “capitalismo social”, esse keynesianismo que ao tentar harmonizar negócios e alguns direitos humanos emerge agora como um inimigo do regabofe do lucro
.
Um “Estado amigo dos negócios” precisa de consensos políticos para deixar fora de combate as grandes maiorias que têm voz e ainda incomodam, mesmo não tendo poder. Um “Estado amigo dos negócios” só funcionará em pleno com base nesses consensos, em regimes autocráticos e autoritários assentes em “pactos de regime” ou o que lhe queiram chamar, uma versão de partido único para o século XXI. Reparem no que aconteceu aos partidos sociais democratas e socialistas desde Blair e seus sósias, chegando agora a Hollande e seus admiradores, agregados à reacionária frente neoliberal através de invocações tão cínicas como “a responsabilidade do Estado”, a “estabilidade política”, a “governabilidade” e outras do mesmo tipo.
A última barreira à concretização dessa contra-reforma é, de facto, o conceito de Estado. A substituição de um aparelho público democrático, social e de cariz humanista ao serviço dos cidadãos e por eles sustentado por uma estrutura ditatorial, desumanizada, assente na arbitrariedade ao serviço do dinheiro e do lucro de pequenas elites, igualmente sustentada pelos cidadãos.
José Goulão
Em defesa de Margarida Rebelo Pinto
Margarida Rebelo Pinto tem sido alvo dos mais variados ataques nas redes sociais motivados pelas declarações que prestou no programa Bom Dia Portugal da RTP 1. É de todo injusto atacar-se da forma como se tem atacado quem tem toda a razão no que diz.
Analisemos o que foi dito por Margarida Rebelo Pinto e vejamos como ela está absolutamente certa na linha de raciocínio que segue, partindo do benévolo principio que tem uma linha e do milagroso principio de que terá raciocínio. Margarida sente-se triste, profundamente triste enquanto cidadã Portuguesa que mora perto da Assembleia da República com as manifestações que se têm feito. Tem razão, tem toda a razão, é do piorio querer-se sair à rua para… sei lá rica, para beber um café por exemplo, perdão um chá (algo que ela não teve ter bebido em pequena) e ter de se levar com a gentinha toda na rua, ainda por cima a fazerem barulho. “Có’rror”. Além disso demonstram falta de civismo, não têm respeito nenhum, a rica que gosta de se levantar tarde tem de acordar a ouvir o povinho a berrar de tal forma que, ainda por cima, interrompem e perturbam aqueles que agora governam o País. Neste último argumento Margarida enganou-se, é que os que actualmente governam o País têm escritório na Av. da República, nem a plenos pulmões os berros do Povo em São Bento lá chegam. Perdoe-se este lapso de Margarida, coitada, não é obrigada a saber tudo.
Depois do erro anterior, teve um lapso de inteligência e reconheceu que não chegámos aqui por acaso. Muito bem Margarida, muito bem mesmo, não foi por caso não senhora, foi mesmo por incompetência, gestão danosa, compadrio, corrupção e outras sacanices que ela não referiu, nem tal se esperava, uma senhora é uma senhora e não deve dizer certas coisas. Ela até sabe que antes deste governo houve outro, aliás outros. Uau!!! Obrigado Margarida e eu que pensava que esta treta tinha andado em auto-gestão, antes tivesse andado.
Margarida Rebelo Pinto acha que os Portugueses têm falta de inteligência, portanto, dito de outra forma, são estúpidos que nem uma porta. Mais uma vez tem toda a razão no que diz, aliás, sendo ela Portuguesa é ela própria um magnífico exemplo desse défice de inteligência. Mas a derradeira prova de que os Portugueses são estúpidos verifica-se sem margem para qualquer tipo de dúvida com o simples facto de lhe comprarem aqueles amontoados de páginas a que ela chama livros. Causa-lhe repulsa a ela e a mim também que alguém que foi desmascarada em 2005 por João Pedro George no livro «Couves & Alforrecas – Os Segredos da Escrita de Margarida Rebelo Pinto» em que explicou por A mais B que a literatura de cordel não passava de um auto-plágio tenha o despudor de aparecer de forma descarada a insultar os Portugueses. Repulsa-me que alguém intelectualmente desonesto tenha sequer a leviandade de abrir a boca para falar mal dos Portugueses e ainda por cima que o faça no canal público de televisão.
Diz mais Margarida, diz ela que como todos os cidadãos também teve cortes. É bonito e simpático ela confessar que teve cortes, mas perfeitamente desnecessário, já tínhamos dado conta que a lobotomia pré-frontal que lhe fizeram não tinha dado grande resultado. Portugal nunca teve grandes recursos explica Margarida esforçando-se por dar um ar de entendida. Se estava a referir-se aos seus próprios recursos enquanto pseudo escritora, tem razão, nunca teve e dificilmente virá a ter. Agora se estava a referir-se ao País, está de todo enganada. Portugal teve muitos recursos que foram criminosamente destruídos por ordem da Europa tendo sido o actual aposentado de Belém o carrasco ao serviço dos interesses que comandam a Europa.
Tenho de reconhecer que Margarida tem visão, diz ela que ficaremos muito bem se nos virarmos para as energias do Mar. Yeeessss é isso mesmo Margarida, dá-lhe forte, vai até ao Cabo da Roca olha para o Mar, para a sua energia e dá um passo em frente. Portugal e os estúpidos dos Portugueses agradecem. Eu, ao contrário do que Margarida Rebelo Pinto afirma até abro uma excepção, deixarei por momentos de ser treinador de bancada e vou com ela para a ajudar a definir a estratégia de tão magnifico passo em frente.
A terminar ainda sobrou fôlego para Margarida defender as taxas moderadoras dos hospitais, acha ela muito bem que se pague taxas, coisa estranha essa de se querer usar as coisas sem pagar. Alguém explique por favor à Dondoca, eu já não tenho pachorra, que pagamos e pagamos bem. Expliquem-lhe também que um reformado que recorre a uma urgência hospitalar ter de pagar vinte e tal euros, fora os eventuais exames, é um crime, é desumano.
Portugal é realmente um País estranho, tem a estranha capacidade de criar todo o tipo de anormais e além de os criar tem o mau hábito de os manter.
Joaquim Furtado
MARGARIDA REBELO PINTO, A ESCRITORA ROSA, ACHA QUE AS PESSOAS QUE SÃO CONTRA AS MEDIDAS EXCESSIVAS DE AUSTERIDADE, SÃO POUCO INTELIGENTES, SÃO POUCO CÍVICAS, E NÃO DEIXAM O PASSOS COELHO TRABALHAR EM PAZ. VAMOS DEIXAR O GOVERNO TRABALHAR E CONFIAR NELES, DIZ ELA, SEM SE RECORDAR QUE CONFIAR NOS GOVERNOS E DEIXA-LOS "TRABALHAR", ARRUINOU O PAÍS E OS PORTUGUESES...
A "gaveta do socialismo" transborda
Luís Amado
É um político medíocre e oportunista que fez carreira no PS, mas que de socialista não tem nada, nem nunca teve, e de banqueiro fictício só tem o tacho. Era dos tais pseudo-socialistas que gostava tanto de ser elogiado pelos plutocratas e políticos de direita, que agora passa o tempo a dar-lhes graxa e a beijar o chão que eles pisam, certamente para reforçar o tacho que tem num banco privado a sobreviver à custa do Estado. Um mínimo de dignidade já o devia ter levado a pedir a demissão e a sair do PS pelo próprio pé.
Este ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do governo de José Sócrates (que se rodeou de alguns ministros para esquecer) veio afirmar agora que o Guião da Reforma do Estado apresentado pelo vice-primeiro-ministro Paulo Portas, em nome do Governo, «reflecte com seriedade» alguns dos problemas do país e, como tal, é merecedor da atenção de todos os políticos.
«O Guião da Reforma do Estado é uma base de trabalho que o Governo propõe. Tinha-se comprometido a isso, provavelmente deveria tê-lo feito há um ano atrás, até se o tivesse feito há dois anos a situação estaria provavelmente melhor do que está» - referiu o pseudo-banqueiro «vira-casacas», durante a sessão inaugural do VI Congresso Internacional da África Lusófona - I Encontro da África Global, a decorrer na Universidade Lusófona, em Lisboa.
«Acho que nenhum ator se deve refugiar na necessidade de encarar os problemas do país e do meu ponto de vista o guião reflete alguns desses problemas com seriedade», debitou o falso banqueiro, numa frase cuja construção sintática não é das mais felizes. Luís Amado é, de facto, um barbudo vaidoso e oco, cujo estilo pomposo faz lembrar o conselheiro Acácio.
Alfredo Barroso
É um político medíocre e oportunista que fez carreira no PS, mas que de socialista não tem nada, nem nunca teve, e de banqueiro fictício só tem o tacho. Era dos tais pseudo-socialistas que gostava tanto de ser elogiado pelos plutocratas e políticos de direita, que agora passa o tempo a dar-lhes graxa e a beijar o chão que eles pisam, certamente para reforçar o tacho que tem num banco privado a sobreviver à custa do Estado. Um mínimo de dignidade já o devia ter levado a pedir a demissão e a sair do PS pelo próprio pé.
Este ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do governo de José Sócrates (que se rodeou de alguns ministros para esquecer) veio afirmar agora que o Guião da Reforma do Estado apresentado pelo vice-primeiro-ministro Paulo Portas, em nome do Governo, «reflecte com seriedade» alguns dos problemas do país e, como tal, é merecedor da atenção de todos os políticos.
«O Guião da Reforma do Estado é uma base de trabalho que o Governo propõe. Tinha-se comprometido a isso, provavelmente deveria tê-lo feito há um ano atrás, até se o tivesse feito há dois anos a situação estaria provavelmente melhor do que está» - referiu o pseudo-banqueiro «vira-casacas», durante a sessão inaugural do VI Congresso Internacional da África Lusófona - I Encontro da África Global, a decorrer na Universidade Lusófona, em Lisboa.
«Acho que nenhum ator se deve refugiar na necessidade de encarar os problemas do país e do meu ponto de vista o guião reflete alguns desses problemas com seriedade», debitou o falso banqueiro, numa frase cuja construção sintática não é das mais felizes. Luís Amado é, de facto, um barbudo vaidoso e oco, cujo estilo pomposo faz lembrar o conselheiro Acácio.
Alfredo Barroso
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Paulo Portas quer exportar arroz para a China
Paulo Portas quer exportar arroz para a China
E que tal bananas para a madeira ?
E queijo para a Suiça ?
ESTE GAJO E MESMO LUNÁTICO.
Link da notícia : http://www.noticiasaominuto.com/economia/126314/paulo-portas-quer-exportar-arroz-para-a-china#.Unqtq3D6X7Y
Depois disto só apetece mesmo é ouvir
Jorge Palma - Deixa-me Rir
E que tal bananas para a madeira ?
E queijo para a Suiça ?
ESTE GAJO E MESMO LUNÁTICO.
Link da notícia : http://www.noticiasaominuto.com/economia/126314/paulo-portas-quer-exportar-arroz-para-a-china#.Unqtq3D6X7Y
Depois disto só apetece mesmo é ouvir
Jorge Palma - Deixa-me Rir
Eu não sei se ria, ou se chore, com a palhaçada do Alberto João Jardim
Eu não sei se ria, ou se chore, com a palhaçada do jardim
"Jardim cobra luz a autarquias que deixaram de ser PSD"
As autarquias de Santa Cruz e Funchal já reagiram. A primeira classifica a atitude do governante como “terrorismo social” e asegunda admite retaliar e obrigar o Governo Regional a pagar, no imediato, as contas de água que estão em atraso nos hospitais e escolas.
Resta me aconselhar a ouvirem o Bailinho da Madeira
Ahahahahhahahahah
O atraso de Paulo Portas na china está finalmente explicado.
Portas atrasou-se porque perdeu muito tempo , alegadamente , à procura de lençóis de cetim nas lojas dos Chineses , mas lá conseguiu o que queria...de forma irrevogável .
terça-feira, 5 de novembro de 2013
O êxtase sexual de Paulo Portas
Este guião faz-me sentir uma princesa
Fontes de bastidores revelam que Paula Portas sente se realizada sexualmente com o Guião!!!!
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Austeridade, recessão, empobrecer, reestruturar, privatizar, dívida, resgate
Austeridade, recessão, empobrecer, reestruturar, privatizar, dívida, resgate...são alguns dos chavões com que a comunicação social nos bombardeia todos os dias para nos fazer acreditar no falso guião montado pela tirania da União Europeia.
Canal moritz @Ptnet é uma página que te vai mostrar todos os dias aquilo que é filtrado pelas televisões e os jornais para que assim possas compreender melhor o que se está a passar na Europa. Esta página tem crescido muito nos últimos tempos e têm já uma média de alcance semanal de cidadãos, mas não basta fazer gosto nas nossas publicações como costumas fazer :
Para aumentarmos o nosso alcance necessitamos que vás à nossa página e faças gosto
https://www.facebook.com/ canalmoritzptnet
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Um verbo-de-encher
Um verbo-de-encher que se pauta pela complacência e a cumplicidade com um desgoverno que parte para para a discussão do Orçamento do Estado (OE), que foi aprovado na generalidade, já com um buraco de 18 milhões de euros, que precisa de tapar.
Os encargos com as parcerias público-privadas
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3479347&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=1
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sábado, 2 de novembro de 2013
Coelhinho Fufu
Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos
De repente a Fada Madrinha apareceu e disse:
Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar
Eu lhe darei três chances
Se você não se comportar
Vou lhe transformar em um patinho
Olhe o seu tamanho e o tamanho deles
Você pode machucá-los...
Mas no dia seguinte...
Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos
E aí apareceu a Fada Madrinha de novo e disse:
Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar
Eu lhe darei mais duas chances
Se você não se comportar
Vou lhe tranformar em um patinho
Eu já disse que é para tomar muito cuidado
Você pode machucá-los os com seus dentinhos
No dia seguinte...
Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos
E aí apareceu a Fada Madrinha de novo e disse:
Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar
Eu lhe darei só maisuma chance
Se você não se comportar
Vou lhe transformar em um patinho
Saiba que devemos cuidar dos menores com muito carinho
Mas no dia seguinte...
Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos
E aí apareceu a Fada Madrinha de novo e disse:
Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar
Eu lhe dei três chances, mas você desobedeceu
Agora... Você é um patinho!
Moral da história, baixinho:
Nada como um dia após o outro, vamos ver o que acontecerá amanhã
Tchau...
A Procuradoria-geral da Republica Portuguesa, assim como o Ministério da Justiça, bem como os órgãos superiores que norteiam a politica dos nossos Serviços dos Negócios Estrangeiros, (quanto à recente questão com Angola), me parecem um pouco como a tasca da Manhosa das Sopas: sempre que a sopa está grossa e tem clientes, para poupar na água e no azeite para que o caldo abunde e possa vender mais pratos, opta por fazer mixórdia com algum liquido de duvidosa proveniência!
Como é possível que o nosso País se rebaixe perante gente que colecciona processos judiciais por esse mundo fora, e que, incluso, tenha pedidos de captura por parte da Interpol?!
E como é possível que o nosso Presidente da Republica, (que tantos milhões nos custa em tempos de tanta miséria e fome), repita à exaustão sempre o mesmo? Ou seja: Que o governo governa até ao fim da legislatura!
Proponho que se termine com a Presidência da Republica, não apenas por questões económicas, como também por questões de Moral, Decência, e Higiene Publica; não um corte irreversível, radical, mas sim a troca por um Símbolo. Talvez por um belo e majestoso Papagaio, um bicho assim imponente e garrido, com soberbo porte e belas e ufanas cores. Animal de aparência culta, bem treinado, que, sempre que inquirido por quem de direito, repita até à exaustão: O governo tem e deve governar até ao fim da legislatura!
( José Solá )
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