segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Um verbo-de-encher



Um verbo-de-encher que se pauta pela complacência e a cumplicidade com um desgoverno que parte para para a discussão do Orçamento do Estado (OE), que foi aprovado na generalidade, já com um buraco de 18 milhões de euros, que precisa de tapar.   






Os encargos com as parcerias público-privadas



Os encargos com as parcerias público-privadas (PPP) vão ascender aos 1645 milhões de euros no próximo ano. Segundo a proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2014, os encargos líquidos com as PPP vão aumentar 52% a partir dos 869 milhões registados este ano.

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sábado, 2 de novembro de 2013

Coelhinho Fufu


Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos
De repente a Fada Madrinha apareceu e disse:

Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar

Eu lhe darei três chances
Se você não se comportar
Vou lhe transformar em um patinho
Olhe o seu tamanho e o tamanho deles
Você pode machucá-los...

Mas no dia seguinte...

Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos

E aí apareceu a Fada Madrinha de novo e disse:

Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar

Eu lhe darei mais duas chances
Se você não se comportar
Vou lhe tranformar em um patinho
Eu já disse que é para tomar muito cuidado
Você pode machucá-los os com seus dentinhos

No dia seguinte...

Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos

E aí apareceu a Fada Madrinha de novo e disse:

Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar

Eu lhe darei só maisuma chance
Se você não se comportar
Vou lhe transformar em um patinho
Saiba que devemos cuidar dos menores com muito carinho

Mas no dia seguinte...

Coelhinho Fufu
Pulando na floresta
Agarrou os três ratinhos
Pra encher eles de beijinhos

E aí apareceu a Fada Madrinha de novo e disse:

Coelhinho Fufu
Não faça mais isso
Pode até beijar
Mas com calma pra não machucar

Eu lhe dei três chances, mas você desobedeceu
Agora... Você é um patinho!

Moral da história, baixinho:
Nada como um dia após o outro, vamos ver o que acontecerá amanhã
Tchau...

Porque esperam para descarregar o autoclismo?



O nosso papagaio sem penas.

A Procuradoria-geral da Republica Portuguesa, assim como o Ministério da Justiça, bem como os órgãos superiores que norteiam a politica dos nossos Serviços dos Negócios Estrangeiros, (quanto à recente questão com Angola), me parecem um pouco como a tasca da Manhosa das Sopas: sempre que a sopa está grossa e tem clientes, para poupar na água e no azeite para que o caldo abunde e possa vender mais pratos, opta por fazer mixórdia com algum liquido de duvidosa proveniência!
Como é possível que o nosso País se rebaixe perante gente que colecciona processos judiciais por esse mundo fora, e que, incluso, tenha pedidos de captura por parte da Interpol?!
E como é possível que o nosso Presidente da Republica, (que tantos milhões nos custa em tempos de tanta miséria e fome), repita à exaustão sempre o mesmo? Ou seja: Que o governo governa até ao fim da legislatura!
Proponho que se termine com a Presidência da Republica, não apenas por questões económicas, como também por questões de Moral, Decência, e Higiene Publica; não um corte irreversível, radical, mas sim a troca por um Símbolo. Talvez por um belo e majestoso Papagaio, um bicho assim imponente e garrido, com soberbo porte e belas e ufanas cores. Animal de aparência culta, bem treinado, que, sempre que inquirido por quem de direito, repita até à exaustão: O governo tem e deve governar até ao fim da legislatura!

( José Solá )

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cavaco Silva e o ser ou não ser palhaço


Cavaco Silva e o ser ou não ser palhaço 


Cavaco silva ficou incomodado com as declarações de Miguel Sousa Tavares pelo facto de ter sido rotulado de palhaço. 


No entanto não fica incomodado com as violações a constituição diariamente por parte do Governo, a crescente crise financeira, a falta de emprego, a fome, a descaracterização de Portugal, a descapitalização de Portugal.


Perante isto tudo só mesmo um "Nulo" se iria preocupar com provocações do género " ser chamado de palhaço" , quando existe um conjunto de problemas sérios a resolver.


Lamento é que o Miguel Sousa Tavares a seguir tenha metido o rabo no meio das pernas e venha a público admitir que exagerou 

sábado, 27 de outubro de 2012

Querem mesmo saber a minha opinião sobre a reviravolta que Portugal precisa?


Querem mesmo saber a minha opinião sobre a reviravolta que Portugal precisa?


Sem entrar em demagogias aqui apresento a minha opinião:
1 - O povo têm de parar de pensar que faz uma mudança de regime com flores, não estamos em 1974, o capitalismo fortificou-se e criou raízes fortes, o povo hoje é mais dependente do sistema que em 1974.

2 - Haja a consciência que a mudança do regime vai ser violenta, vai haver sangue e vai haver inocentes a padecer na mesma, mas também haja a consciência que a manter-se o sistema tal como está para evitar a violência e o derramamento de sangue, o mesmo cria uma violência social e económica ainda maior provocando um número maior de vítimas.

3 - O povo terá de entender que não existe meios-termos, de um lado temos a direita que serve os senhores do capital, do outro lado temos a esquerda que serve o povo, e haja a consciência que tanto de um lado como do outro existira sempre uma ditadura, do lado da direita a ditadura do capitalismo, onde o poder do dinheiro se sobrepõe a tudo, do outro lado a ditadura do proletariado onde o poder do povo se sobrepõe sobre o capital.

"Óbvio que é preferível a Ditadura do Proletariado face a Ditadura do Capitalismo"

4 - Os médias  encarregados de promover a ditadura do capitalismo, usam com muita frequência referência ao Sovietismo, no entanto os mesmos não fazem quaisquer referências as zonas proibidas dentro de Los Angeles, dentro de Nova Iorque, zonas essas entregue a gangs, gangs esses que fazem a lei da rua, zonas essas onde morrem milhares nas sarjetas com fome e com frio

Os Medias não falam na revolução da Islândia. E a Islândia é um exemplo mediático, não houve aqui na Islândia qualquer toque de de magia, apenas ouviu-se o povo, respeitou-se a vontade do povo

Eu contínuo a achar que o povo português é masoquista, gosta de sentir a dor, porque ainda a dois anos gritavam fora com o governo PS, agora gritam fora com o governo PSD, e no entanto as sondagens recentes apontam de novo o PS como vencedor em caso de eleições neste momento. 

Portanto e em face disto só me apetece mandar foder estes cromos que não sabem o que é o respeito pela vida

O que contínuo a achar piada, é ao povo português que fica sentado a frente do monitor a enviar desenhos do Passos e do Gaspar como se realmente eles vissem estes desenhos! 

Se realmente este povo acha que faz uma revolução com desenhos ou se muda um sistema com desenhos bem pode esperar sentado para não se cansar. 

Isto só muda quando realmente as pessoas se unirem e saírem a rua numa verdadeira demonstração de massas.