quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O estado do estado


        Art by Mana Neyestani


O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, desenvolve uma tão descarada como ilegítima campanha eleitoral ainda a meio ano da consulta europeia de Maio do próximo ano, em defesa talvez não das mordomias próprias – consta que ambiciona ainda mais alto – mas do reacionarismo neoliberal europeu e da consolidação do seu poder autocrático.

Não se tem dado muito bem in loco porque em Liège escapou por pouco aos ovos arremessados por agricultores desesperados e em Bruxelas não se livrou de um puxão de orelhas dado por um grupo de manifestantes. Quando se preparava para dissertar sobre “uma administração pública amiga dos negócios” sete funcionários públicos belgas estenderam uma faixa sobre a sua cabeça contrapondo “uma administração pública amiga dos cidadãos”.

Querem cena mais simbólica do que se joga hoje no espaço ainda formalmente designado União Europeia e que não passa de uma Europa dos grandes negócios?
O conceito de Estado chegou, de facto, ao centro do debate. Porque é um conceito de ruptura ideológica que nesta fase em que a crise traça o seu caminho em direcção ao neoesclavagismo se ergue como barreira, se não a última pelo menos a mais importante, para a verdadeira anexação da democracia pela ditadura neoliberal.

Barroso perorando sobre “administração pública amiga dos negócios”, os holandeses declarando a extinção do Estado social e em Portugal um vice-primeiro ministro divulgando um arremedo de “reforma do Estado” que é um atentado à Constituição do país, tão atacada pela banca nacional e internacional, são situações coincidentes e são mais do que coincidências.

Desmantelar o Estado social, privatizar as funções sociais do Estado, colocar à disposição da grande iniciativa privada o aparelho que deveria ser dos cidadãos e os contribuintes sustentam, é o objectivo actual do neoliberalismo europeu. A liquidação do Estado social ou do que dele resta é a mais premente necessidade da contra-reforma social através da qual a grande finança transnacional, vulgo “os mercados”, e a poderosa máquina económica monopolista, sua aliada, procuram restaurar a ordem anterior à Segunda Guerra Mundial, isto é, liquidar os direitos sociais, laborais e humanos instaurados desde então, inscritos nas Constituições e que delas vão desaparecendo em sucessivas revisões. A esta devastadora ofensiva neoliberal não escapa sequer o “capitalismo social”, esse keynesianismo que ao tentar harmonizar negócios e alguns direitos humanos emerge agora como um inimigo do regabofe do lucro
.
Um “Estado amigo dos negócios” precisa de consensos políticos para deixar fora de combate as grandes maiorias que têm voz e ainda incomodam, mesmo não tendo poder. Um “Estado amigo dos negócios” só funcionará em pleno com base nesses consensos, em regimes autocráticos e autoritários assentes em “pactos de regime” ou o que lhe queiram chamar, uma versão de partido único para o século XXI. Reparem no que aconteceu aos partidos sociais democratas e socialistas desde Blair e seus sósias, chegando agora a Hollande e seus admiradores, agregados à reacionária frente neoliberal através de invocações tão cínicas como “a responsabilidade do Estado”, a “estabilidade política”, a “governabilidade” e outras do mesmo tipo.
A última barreira à concretização dessa contra-reforma é, de facto, o conceito de Estado. A substituição de um aparelho público democrático, social e de cariz humanista ao serviço dos cidadãos e por eles sustentado por uma estrutura ditatorial, desumanizada, assente na arbitrariedade ao serviço do dinheiro e do lucro de pequenas elites, igualmente sustentada pelos cidadãos.

José Goulão

Em defesa de Margarida Rebelo Pinto

Margarida Rebelo Pinto tem sido alvo dos mais variados ataques nas redes sociais motivados pelas declarações que prestou no programa Bom Dia Portugal da RTP 1. É de todo injusto atacar-se da forma como se tem atacado quem tem toda a razão no que diz.

Analisemos o que foi dito por Margarida Rebelo Pinto e vejamos como ela está absolutamente certa na linha de raciocínio que segue, partindo do benévolo principio que tem uma linha e do milagroso principio de que terá raciocínio. Margarida sente-se triste, profundamente triste enquanto cidadã Portuguesa que mora perto da Assembleia da República com as manifestações que se têm feito. Tem razão, tem toda a razão, é do piorio querer-se sair à rua para… sei lá rica, para beber um café por exemplo, perdão um chá (algo que ela não teve ter bebido em pequena) e ter de se levar com a gentinha toda na rua, ainda por cima a fazerem barulho. “Có’rror”. Além disso demonstram falta de civismo, não têm respeito nenhum, a rica que gosta de se levantar tarde tem de acordar a ouvir o povinho a berrar de tal forma que, ainda por cima, interrompem e perturbam aqueles que agora governam o País. Neste último argumento Margarida enganou-se, é que os que actualmente governam o País têm escritório na Av. da República, nem a plenos pulmões os berros do Povo em São Bento lá chegam. Perdoe-se este lapso de Margarida, coitada, não é obrigada a saber tudo.

Depois do erro anterior, teve um lapso de inteligência e reconheceu que não chegámos aqui por acaso. Muito bem Margarida, muito bem mesmo, não foi por caso não senhora, foi mesmo por incompetência, gestão danosa, compadrio, corrupção e outras sacanices que ela não referiu, nem tal se esperava, uma senhora é uma senhora e não deve dizer certas coisas. Ela até sabe que antes deste governo houve outro, aliás outros. Uau!!! Obrigado Margarida e eu que pensava que esta treta tinha andado em auto-gestão, antes tivesse andado.

Margarida Rebelo Pinto acha que os Portugueses têm falta de inteligência, portanto, dito de outra forma, são estúpidos que nem uma porta. Mais uma vez tem toda a razão no que diz, aliás, sendo ela Portuguesa é ela própria um magnífico exemplo desse défice de inteligência. Mas a derradeira prova de que os Portugueses são estúpidos verifica-se sem margem para qualquer tipo de dúvida com o simples facto de lhe comprarem aqueles amontoados de páginas a que ela chama livros. Causa-lhe repulsa a ela e a mim também que alguém que foi desmascarada em 2005 por João Pedro George no livro «Couves & Alforrecas – Os Segredos da Escrita de Margarida Rebelo Pinto» em que explicou por A mais B que a literatura de cordel não passava de um auto-plágio tenha o despudor de aparecer de forma descarada a insultar os Portugueses. Repulsa-me  que alguém intelectualmente desonesto tenha sequer a leviandade de abrir a boca para falar mal dos Portugueses e ainda por cima que o faça no canal público de televisão.

Diz mais Margarida, diz ela que como todos os cidadãos também teve cortes. É bonito e simpático ela confessar que teve cortes, mas perfeitamente desnecessário, já tínhamos dado conta que a lobotomia pré-frontal que lhe fizeram não tinha dado grande resultado. Portugal nunca teve grandes recursos explica Margarida esforçando-se por dar um ar de entendida. Se estava a referir-se aos seus próprios recursos enquanto pseudo escritora, tem razão, nunca teve e dificilmente virá a ter. Agora se estava a referir-se ao País, está de todo enganada. Portugal teve muitos recursos que foram criminosamente destruídos por ordem da Europa tendo sido o actual aposentado de Belém o carrasco ao serviço dos interesses que comandam a Europa.

Tenho de reconhecer que Margarida tem visão, diz ela que ficaremos muito bem se nos virarmos para as energias do Mar. Yeeessss é isso mesmo Margarida, dá-lhe forte, vai até ao Cabo da Roca olha para o Mar, para a sua energia e dá um passo em frente. Portugal e os estúpidos dos Portugueses agradecem. Eu, ao contrário do que Margarida Rebelo Pinto afirma até abro uma excepção, deixarei por momentos de ser treinador de bancada e vou com ela para a ajudar a definir a estratégia de tão magnifico passo em frente.
A terminar ainda sobrou fôlego para Margarida defender as taxas moderadoras dos hospitais, acha ela muito bem que se pague taxas, coisa estranha essa de se querer usar as coisas sem pagar. Alguém explique por favor à Dondoca, eu já não tenho pachorra, que pagamos e pagamos bem. Expliquem-lhe também que um reformado que recorre a uma urgência hospitalar ter de pagar vinte e tal euros, fora os eventuais exames, é um crime, é desumano.
Portugal é realmente um País estranho, tem a estranha capacidade de criar todo o tipo de anormais e além de os criar tem o mau hábito de os manter.

Joaquim Furtado


MARGARIDA REBELO PINTO, A ESCRITORA ROSA, ACHA QUE AS PESSOAS QUE SÃO CONTRA AS MEDIDAS EXCESSIVAS DE AUSTERIDADE, SÃO POUCO INTELIGENTES, SÃO POUCO CÍVICAS, E NÃO DEIXAM O PASSOS COELHO TRABALHAR EM PAZ. VAMOS DEIXAR O GOVERNO TRABALHAR E CONFIAR NELES, DIZ ELA, SEM SE RECORDAR QUE CONFIAR NOS GOVERNOS E DEIXA-LOS "TRABALHAR", ARRUINOU O PAÍS E OS PORTUGUESES... 

A "gaveta do socialismo" transborda

Luís Amado 

É um político medíocre e oportunista que fez carreira no PS, mas que de socialista não tem nada, nem nunca teve, e de banqueiro fictício só tem o tacho. Era dos tais pseudo-socialistas que gostava tanto de ser elogiado pelos plutocratas e políticos de direita, que agora passa o tempo a dar-lhes graxa e a beijar o chão que eles pisam, certamente para reforçar o tacho que tem num banco privado a sobreviver à custa do Estado. Um mínimo de dignidade já o devia ter levado a pedir a demissão e a sair do PS pelo próprio pé. 
Este ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do governo de José Sócrates (que se rodeou de alguns ministros para esquecer) veio afirmar agora que o Guião da Reforma do Estado apresentado pelo vice-primeiro-ministro Paulo Portas, em nome do Governo, «reflecte com seriedade» alguns dos problemas do país e, como tal, é merecedor da atenção de todos os políticos.

«O Guião da Reforma do Estado é uma base de trabalho que o Governo propõe. Tinha-se comprometido a isso, provavelmente deveria tê-lo feito há um ano atrás, até se o tivesse feito há dois anos a situação estaria provavelmente melhor do que está» - referiu o pseudo-banqueiro «vira-casacas», durante a sessão inaugural do VI Congresso Internacional da África Lusófona - I Encontro da África Global, a decorrer na Universidade Lusófona, em Lisboa.

«Acho que nenhum ator se deve refugiar na necessidade de encarar os problemas do país e do meu ponto de vista o guião reflete alguns desses problemas com seriedade», debitou o falso banqueiro, numa frase cuja construção sintática não é das mais felizes. Luís Amado é, de facto, um barbudo vaidoso e oco, cujo estilo pomposo faz lembrar o conselheiro Acácio.

Alfredo Barroso 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Paulo Portas quer exportar arroz para a China

Paulo Portas quer exportar arroz para a China

E que tal bananas para a madeira ?
E queijo para a Suiça ?

ESTE GAJO E MESMO LUNÁTICO.

Link da notícia : http://www.noticiasaominuto.com/economia/126314/paulo-portas-quer-exportar-arroz-para-a-china#.Unqtq3D6X7Y

Depois disto só apetece mesmo é ouvir
Jorge Palma - Deixa-me Rir

Eu não sei se ria, ou se chore, com a palhaçada do Alberto João Jardim


Eu não sei se ria, ou se chore, com a palhaçada do jardim

"Jardim cobra luz a autarquias que deixaram de ser PSD"

As autarquias de Santa Cruz e Funchal já reagiram. A primeira classifica a atitude do governante como “terrorismo social” e asegunda admite retaliar e obrigar o Governo Regional a pagar, no imediato, as contas de água que estão em atraso nos hospitais e escolas.


Resta me aconselhar a ouvirem o Bailinho da Madeira








Ahahahahhahahahah

O atraso de Paulo Portas na china está finalmente explicado.



ULTIMA HORA

Portas atrasou-se porque perdeu muito tempo , alegadamente , à procura de lençóis de cetim nas lojas dos Chineses , mas lá conseguiu o que queria...de forma irrevogável .

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O êxtase sexual de Paulo Portas

Este guião faz-me sentir uma princesa
Fontes de bastidores revelam que Paula Portas sente se realizada sexualmente com o Guião!!!!