domingo, 17 de novembro de 2013

SÓ SE ESTRAGA UMA FAMÍLIA


Casamento do ano

      Ela sente repulsa de quem luta contra a austeridade.

      Ele afirma que os reformados fingem ser pobrezinhos.



Com base em dados do Eurostat e do INE, uma nova realidade já assumiu contornos de médio/longo prazo: os trabalhadores pobres. Com um aumento de 12% de 2009 para 2010, os portugueses que vivem com menos de 434 euros por mês, já são mais de 1,2 milhões.

http://www.ualmedia.pt/pt/?det=12802&section=Sociedade&title=Tres-milhoes-de-portugueses-vivem-no-limiar-da-miseria&id=2432&mid&q=comida


Divisionismos e Sectarismos.

Divisionismos e Sectarismos.

A conclusão a que se chega é que realmente em Portugal as pessoas tem memória curta e acreditam facilmente em ventos de mudança.
Basta alguém adoptar um discurso progressista para já ser considerado alguém contra este sistema e esta política.

Se a memória não fosse curta, iriam perceber que parte daqueles que em 1974/1975 eram maoista hoje estão no (des)governo ou em Bruxelas.
Iriam também perceber que estes partidos esquerdistas/maoistas a real função dos mesmos pautou-se sempre por dividir a esquerda, permitindo a divisão de votos à esquerda reforçando assim uma direita coesa a fim de manterem a servidão.

Teremos de acreditar que em política não há coincidências e nada acontece ao acaso, o centenário do Cunhal, o "Cunhalismo" voltou a assustar as franjas neoliberais, o medo da polarização em torno do PCP aumentou, existe a consciência que apenas uma união forte da esquerda poderá travar o avanço do neoliberalismo praticado nos últimos 40 anos pelos partidos do Arco da governação PS/PSD/CDS.

Seria de esperar que o PS tirasse o socialismo da Gaveta, assumisse a sua responsabilidade nestes 40 anos de neoliberalismo, mas o mesmo pauta-se por desenvolver uma política inquinada, responsabilizando o PCP e o BE por terem ajudado o neoliberalismo (aquando do PECIV), ora uma perfeita aberração politica este discurso dos socialistas, afinal o PCP e o BE votaram contra também nos anteriores, e não foi por isso que os mesmos deixaram de ser aprovados, se o PECIV não foi aprovado o mesmo deveu-se unicamente ao PSD ter votado contra, quanto ao PCP e ao BE os mesmos mantiveram a coerência que tinham mantido nos anteriores.

É neste quadro que sinceramente entendo que esta iniciativa de Soares, é uma acção que visa atirar areia aos olhos das pessoas da esquerda, procurando assim catalisar votos para o PS, pois se não fosse este o sentido, deixa de ter qualquer sentido a política inquinada dos socialistas do PS face ao PCP e ao BE.

Óbvio ainda que se olhamos para o resto da Europa, iremos de uma forma muito singela poder comparar o PS aos restantes partidos socialistas europeus que nada mais tem feito que servir de muleta ao neoliberalismo, é o caso da Alemanha em cujas últimas eleições, o SPD optou por manter Merkel como Chanceler em vez de uma aliança com a esquerda.

Não pudemos esquecer que em 1975 aquando do 25 de Novembro, o PCP de uma forma coerente pediu aos seus homens para não avançarem, evitando-se assim uma guerra civil, teremos de ter consciência que a foi a partir dessa altura que as vitorias de Abril começaram a ser violadas, as alterações à constituição, as alterações a lei eleitoral nomeadamente pelos partidos do arco da Governação

Responsabilizar o PCP, o BE e outras forcas de esquerda por este neoliberalismo é uma acção que visa apenas dividir para a direita reinar.

Uma forte união de esquerda é preciso, é preciso também que o PS tire o socialismo da gaveta e assuma o seu lugar na esfera política de esquerda respeitando os seus estatutos, o seu símbolo e as bases de esquerda.
Existe alternativa a este sistema, a alternativa é uma união forte de esquerda entre todas as forças políticas de esquerda

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Segundo fontes próximas do gabinete do nosso primeiro , as máquinas destruidoras de documentos já trabalham perto do limite,
na esperança de conseguir eliminar as provas
de forma irrevogável

Banksters

“Penso que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades que exércitos inteiros prontos para o combate. Se o povo permite um dia que os bancos privados controlem a sua moeda, os bancos e todas as instituições que venham a florescer em torno dos bancos privarão as pessoas de todas as posses, primeiro por meio da inflação, em seguida pela recessão até o dia em que seus filhos acordarão sem casa e sem tecto sobre a terra que seus pais conquistaram.”
















Thomas Jefferson, 1802 - Terceiro Presidente dos Estados Unidos da América (1801-1809), e o principal autor da “Declaração de Independência” (1776) dos EUA.