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terça-feira, 16 de dezembro de 2014
O Palhaço-Mór das comissões de inquérito parlamentar
“Estou só a distrair a atenção, porque a pergunta não é sobre o documento. É só uma questão de desequilíbrio, mais nada. Porque o gajo não sabia que nós tínhamos este documento”
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Facas e facadas!
Facas e facadas, altas jogadas
que eles sabem inventar!
São jogadas loucas, faz orelhas moucas,
nao te deixes enganar!
que eles sabem inventar!
São jogadas loucas, faz orelhas moucas,
nao te deixes enganar!
Sobre a censura no facebook
Os xuxalistas não gostaram nada que tivéssemos publicado aquele post que apresenta alguns nomes do PS ligado ao BES.
É bonito de se ver a forma democrática como eles defendem os valores de Abril, adoptando atitudes "PIDESCAS" e passando a vida a denunciar os post e as cronologias das pessoas que partilham esses post que envolve o PS.
Como resultado, verificamos que as pessoas que partilham ou fazem comentários desfavoráveis ao PS,acabam por ficar com os seus perfis bloqueados, serem confrontados com a "PURGA", e terem que validar a identidade dos seus perfis.
É triste verificar que aqueles que se assumem democratas (xuxalistas) na verdade, são-no enquanto corre para o lado deles.
Porque na hora que alguém se lembra de fazer uma publicação sobre as responsabilidades do PS neste descalabro, os senhores (xuxalistas) esquecem o direito à liberdade de pensamento, esquecem o direito ao pluralismo democrático e adoptam a postura de delatores (pidesca), denunciando perfis (cronologias) assim como post's, procurando assim silenciar as pessoas.
Que democratas são estes que promovem a censura?
Porém, eles deviam saber que antes de Abril de 74 foram muitas as acções desenvolvidas para calar aqueles que lutavam por Abril e, por mais que tenham desenvolvido acções de censura, nunca conseguiram calar, e é nesse base de pensamento que assumo que posso ver os meus perfis bloqueados e contas desactivadas, mas irei sempre voltar com mais energia e com força.
Caros xuxalistas, não é denunciando, não é assumindo essa atitude de delatores que defendem Abril! Andaram 38 anos a branquear políticas erradas, andaram 38 anos a promover o vosso clubismo! Hoje o resultado é: mais desemprego, mais fome, mais miséria, mais emigração, mais corrupção!
Sobre Sócrates, não usem o circo montado para branquear o socratismo. É tremendamente desonesto! Se a direita tenciona fazer um circo mediático para anular as atenções em torno dos Vistos Gold, os xuxalistas aproveitam o mediatismo para promover o socratismo e, nesta fase de aproveitamentos, lembro que “tanto é ladrão aquele que rouba como aquele que fica à porta a vigiar”.
É bonito de se ver a forma democrática como eles defendem os valores de Abril, adoptando atitudes "PIDESCAS" e passando a vida a denunciar os post e as cronologias das pessoas que partilham esses post que envolve o PS.
Como resultado, verificamos que as pessoas que partilham ou fazem comentários desfavoráveis ao PS,acabam por ficar com os seus perfis bloqueados, serem confrontados com a "PURGA", e terem que validar a identidade dos seus perfis.
É triste verificar que aqueles que se assumem democratas (xuxalistas) na verdade, são-no enquanto corre para o lado deles.
Porque na hora que alguém se lembra de fazer uma publicação sobre as responsabilidades do PS neste descalabro, os senhores (xuxalistas) esquecem o direito à liberdade de pensamento, esquecem o direito ao pluralismo democrático e adoptam a postura de delatores (pidesca), denunciando perfis (cronologias) assim como post's, procurando assim silenciar as pessoas.
Que democratas são estes que promovem a censura?
Porém, eles deviam saber que antes de Abril de 74 foram muitas as acções desenvolvidas para calar aqueles que lutavam por Abril e, por mais que tenham desenvolvido acções de censura, nunca conseguiram calar, e é nesse base de pensamento que assumo que posso ver os meus perfis bloqueados e contas desactivadas, mas irei sempre voltar com mais energia e com força.
Caros xuxalistas, não é denunciando, não é assumindo essa atitude de delatores que defendem Abril! Andaram 38 anos a branquear políticas erradas, andaram 38 anos a promover o vosso clubismo! Hoje o resultado é: mais desemprego, mais fome, mais miséria, mais emigração, mais corrupção!
Sobre Sócrates, não usem o circo montado para branquear o socratismo. É tremendamente desonesto! Se a direita tenciona fazer um circo mediático para anular as atenções em torno dos Vistos Gold, os xuxalistas aproveitam o mediatismo para promover o socratismo e, nesta fase de aproveitamentos, lembro que “tanto é ladrão aquele que rouba como aquele que fica à porta a vigiar”.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Xanana recusa onda «anti-Portugal» e manda «abraço» aos portugueses
Xanana: erros «inadmissíveis» e desobediência motivaram expulsões
Conselho Superior da Magistratura timorense «não compreendeu» resolução que determinou suspensão dos contratos e realização de auditoria ao setor judicial, mantendo magistrados em funções. Ordem de saída do país foi a alternativa que governo tinha em mãos. Primeiro-ministro timorense manda «abraço» aos portugueses e pede: «Entendam que não é nada contra vocês»
Por: Redação / VC | há 27 minutos
Desta vez a falar diretamente para Portugal, Xanana Gusmão explica, numa entrevista à agência Lusa, porque é que o seu governo decidiu expulsar os magistrados portugueses. O primeiro-ministro de Timor-Leste diz que o Conselho Superior de Magistratura timorense desobedeceu à resolução que determinava a suspensão dos contratos e a realização de uma auditoria ao setor judicial, mantendo os magistrados em funções.
«Não compreenderam», disse Xanana. «Nós pensamos que as pessoas podiam ter compreendido a resolução do parlamento nacional, que não foi um documento de três frases. Foi longa o suficiente para as pessoas compreenderem as preocupações do Estado timorense». As pessoas «bem-intencionadas» teriam percebido a gravidade da situação, acrescentou.
Assim, os motivos de «força maior» e de «interesse nacional» invocados pelas autoridades timorenses nas resoluções referem-se a 51 processos no tribunal, no valor de 378 milhões de dólares de impostos e deduções ilícitas que as empresas petrolíferas devem ao país. «Em 16 casos já julgados, o Estado perdeu todos», esclareceu, explicando que, por isso, perderam-se 35 milhões de dólares.
«É que verificámos erros inadmissíveis. E aqui coloca-se o problema das competências. Se tivéssemos tido uma cooperação, dizem sempre que os tribunais são independentes, estão acima da lua, as coisas não se tinham levantado tanto assim»
O primeiro-ministro timorense disse também que a resolução do parlamento não visava todos os internacionais, apenas os que pegaram nos casos com as petrolíferas. «Os erros foram tantos, foram tão inadmissíveis que paramos para não influenciar o processo, porque estamos em recurso para recuperarmos o dinheiro que é nosso».
Para Xanana Gusmão todo o futuro do país depende daquelas resoluções. «Eu aceitaria se perdêssemos porque não apresentámos bem os factos ou não temos visão. Não aceito por irregularidades, negligência e, talvez diga má-fé, por parte de alguns atores, que nos fazem perder os processos», afirmou.
Xanana recusa onda «anti-Portugal» e manda «abraço» aos portugueses
Na mesma entrevista à agência nacional de notícias, o primeiro-ministro timorense lamentou que em Portugal tenham pensado que as suas decisões tivessem sido relacionadas com uma onda «anti-Portugal»:
«Não permitiremos que a nossa soberania seja violada. Entendam que não é nada contra Portugal, não é nada contra os portugueses que estão aqui e não só portugueses, porque não são só portugueses» os visados
Xanana Gusmão garantiu também que não há «intenção nenhuma de esfriar as relações com Portugal» e lembrou que todos têm problemas e que às vezes é preciso tomar decisões. «Só peço para reduzirem um bocado a emoção com que se expressam».
«Posso aceitar que a surpresa que causámos foi elevada a uma dimensão maior do que queríamos, o nosso desejo foi só o de interromper o ambiente viciado em que nós perdemos dinheiro quando exigimos às companhias (petrolíferas) para nos pagar o que deduziram por fraude», salientou, pedindo a todos os portugueses para compreenderem que são questões de soberania e interesse nacional. «Tentámos sobretudo colocar os interesses da Nação em primeiro lugar e, se me permitem, [mando] um abraço a todos os portugueses».
Quis frisar, ainda, que só tomou aquelas medidas, porque o tempo escasseia e não queria que os processos em causa ou ainda em andamento viessem «a ser contaminados».
«Houve sete casos assinados por um magistrado, que eram ‘copy paste' só havia diferença na quantia de dinheiro e depois outros dois assinados por timorenses também. Porque era o processo de ensino que se estava a fazer. Fazem uma cópia, não vêem factos». «Eu não tenho o direito de dizer que isto é incompetência, que nos faz perder dinheiro do Estado? Tudo junto são 35 milhões que perdemos só por causa disso»
Xanana manteve, ainda, a promessa de que vai reestruturar o setor judicial no país.
Conselho Superior da Magistratura timorense «não compreendeu» resolução que determinou suspensão dos contratos e realização de auditoria ao setor judicial, mantendo magistrados em funções. Ordem de saída do país foi a alternativa que governo tinha em mãos. Primeiro-ministro timorense manda «abraço» aos portugueses e pede: «Entendam que não é nada contra vocês»
Por: Redação / VC | há 27 minutos
Desta vez a falar diretamente para Portugal, Xanana Gusmão explica, numa entrevista à agência Lusa, porque é que o seu governo decidiu expulsar os magistrados portugueses. O primeiro-ministro de Timor-Leste diz que o Conselho Superior de Magistratura timorense desobedeceu à resolução que determinava a suspensão dos contratos e a realização de uma auditoria ao setor judicial, mantendo os magistrados em funções.
«Não compreenderam», disse Xanana. «Nós pensamos que as pessoas podiam ter compreendido a resolução do parlamento nacional, que não foi um documento de três frases. Foi longa o suficiente para as pessoas compreenderem as preocupações do Estado timorense». As pessoas «bem-intencionadas» teriam percebido a gravidade da situação, acrescentou.
Assim, os motivos de «força maior» e de «interesse nacional» invocados pelas autoridades timorenses nas resoluções referem-se a 51 processos no tribunal, no valor de 378 milhões de dólares de impostos e deduções ilícitas que as empresas petrolíferas devem ao país. «Em 16 casos já julgados, o Estado perdeu todos», esclareceu, explicando que, por isso, perderam-se 35 milhões de dólares.
«É que verificámos erros inadmissíveis. E aqui coloca-se o problema das competências. Se tivéssemos tido uma cooperação, dizem sempre que os tribunais são independentes, estão acima da lua, as coisas não se tinham levantado tanto assim»
O primeiro-ministro timorense disse também que a resolução do parlamento não visava todos os internacionais, apenas os que pegaram nos casos com as petrolíferas. «Os erros foram tantos, foram tão inadmissíveis que paramos para não influenciar o processo, porque estamos em recurso para recuperarmos o dinheiro que é nosso».
Para Xanana Gusmão todo o futuro do país depende daquelas resoluções. «Eu aceitaria se perdêssemos porque não apresentámos bem os factos ou não temos visão. Não aceito por irregularidades, negligência e, talvez diga má-fé, por parte de alguns atores, que nos fazem perder os processos», afirmou.
Xanana recusa onda «anti-Portugal» e manda «abraço» aos portugueses
Na mesma entrevista à agência nacional de notícias, o primeiro-ministro timorense lamentou que em Portugal tenham pensado que as suas decisões tivessem sido relacionadas com uma onda «anti-Portugal»:
«Não permitiremos que a nossa soberania seja violada. Entendam que não é nada contra Portugal, não é nada contra os portugueses que estão aqui e não só portugueses, porque não são só portugueses» os visados
Xanana Gusmão garantiu também que não há «intenção nenhuma de esfriar as relações com Portugal» e lembrou que todos têm problemas e que às vezes é preciso tomar decisões. «Só peço para reduzirem um bocado a emoção com que se expressam».
«Posso aceitar que a surpresa que causámos foi elevada a uma dimensão maior do que queríamos, o nosso desejo foi só o de interromper o ambiente viciado em que nós perdemos dinheiro quando exigimos às companhias (petrolíferas) para nos pagar o que deduziram por fraude», salientou, pedindo a todos os portugueses para compreenderem que são questões de soberania e interesse nacional. «Tentámos sobretudo colocar os interesses da Nação em primeiro lugar e, se me permitem, [mando] um abraço a todos os portugueses».
Quis frisar, ainda, que só tomou aquelas medidas, porque o tempo escasseia e não queria que os processos em causa ou ainda em andamento viessem «a ser contaminados».
«Houve sete casos assinados por um magistrado, que eram ‘copy paste' só havia diferença na quantia de dinheiro e depois outros dois assinados por timorenses também. Porque era o processo de ensino que se estava a fazer. Fazem uma cópia, não vêem factos». «Eu não tenho o direito de dizer que isto é incompetência, que nos faz perder dinheiro do Estado? Tudo junto são 35 milhões que perdemos só por causa disso»
Xanana manteve, ainda, a promessa de que vai reestruturar o setor judicial no país.
Pela boca morre o peixe!
Pela boca morre o peixe!
Dizia que seria uma “formiguinha” em Bruxelas, mas dois meses depois admitia sair do Parlamento Europeu para concorrer às eleições legislativas, deixando a porta aberta para as presidenciais. Há umas semanas, faltou mesmo aos trabalhos parlamentares. Fez a campanha eleitoral concentrado em mostrar que seria diferente dos políticos e a apelar à transparência. Por isso, o facto de ter dito que o salário dos deputados “não é digno” e de não ter revelado se recebeu um subsídio de reintegração da Ordem dos Advogados de 54 mil euros pode manchar a imagem que alcançou junto dos eleitores.
Dizia que seria uma “formiguinha” em Bruxelas, mas dois meses depois admitia sair do Parlamento Europeu para concorrer às eleições legislativas, deixando a porta aberta para as presidenciais. Há umas semanas, faltou mesmo aos trabalhos parlamentares. Fez a campanha eleitoral concentrado em mostrar que seria diferente dos políticos e a apelar à transparência. Por isso, o facto de ter dito que o salário dos deputados “não é digno” e de não ter revelado se recebeu um subsídio de reintegração da Ordem dos Advogados de 54 mil euros pode manchar a imagem que alcançou junto dos eleitores.
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